Leões de Bagdá

Pride

Durante a fatídica Guerra do Iraque, mais precisamente em meados de abril de 2003, quatro leões fugiram do zoológico de Bagdá após dias de fome. Baseado neste relato, o escritor Brian K. Vaughan (Y: O último homem) conta uma nova fábula, onde a insensatês da guerra é vista pelos olhos “inocentes” dos quatro leões, contando com a ótima arte do canadense Niko Henrichon.

Conheci Pride of Baghdad (título original da obra) no início de 2007, ainda em inglês, e me apaixonei por ela, devorando-a rapidamente (com um dicionário do lado, é claro). Ela mantém a tradição de Vaughan de produzir fábulas modernas. Se em Y ele dá uma nova visão ao feminismo, desta vez é a destruição crua da guerra que entra em destaque.

Apesar de um certo duplo sentido expresso se perder na tradução (em inglês, pride tanto significa orgulho quanto família de leões) do título, o título nacional reserva uma grata surpresa àquele que ler a graphic novel.

Leões de Bagdá já pode ser adquirido em livrarias e lojas especializadas. Tem capa cartonada, 136 páginas e custa R$ 19,90.

Em tempo, a Panini continua sua ótima iniciativa de produzir hotsites de seus principais lançamentos. No site de Leões… é possível saber mais sobre a história verídica, os autores e conferir uma prévia da edição. até que os carcamanos acertam de vez em quando.


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